Living My Dream

I’m sitting in an airport in Rio Brazil. It’s 5:18am. I’ve just finished my favorite typical Brazilian food, pão de queijo and I’m working my way through an overly heated espresso. On my way here while standing in a security line I entertained myself by reading all of the inspirational quotes scattered through my passport. The obvious American phrases like “We hold these truths to be self-evident…” are in there, but the very last one confirmed what I’m about to write.

“Every generation has the obligation to free men’s minds for a look at new worlds… to look out from a higher plateau than the last generation.” – Ellison S. Onizuka

It’s a known fact that I’m a notorious business book nerd. I couldn’t sooner choose a favorite one than pick my favorite star in the sky. But if I were to pick a book that spoke not only to my business but to my personal life as well, it would be Tim Ferris’ 4 Hour Workweek.

If you’ve never read this book I highly recommend it for everyone, business owner of not. If for nothing else other than some quick tips on streamlining your life so you’re not wasting it away doing tedious and methodical tasks, it’s worth the read. The premise, however, is about learning to create a business that runs itself so that you can spend your time living life and taking “mini-retirements” rather than working your whole life to enjoy a few free years at the end of it, bored out of your mind and not able to enjoy it like you would have had you done it in your earlier years.

It’s a crazy concept and I think Ferris takes it to an extreme that I’m not quite willing to go because, well, I actually like to work. My work, though stressful and overwhelming at times, is part of my life and not something I wish myself through day-to-day. For those of you that don’t know, I’m not only a wedding photographer, but I’m also an educator and travel around the world speaking at major industry conventions and teaching other photographers and small business owners marketing tips and workflow management among other things. It's fun and truth be told I have a secret love for all things cultural, especially learning other languages.

Ferris’ idea behind mini-retirements, which are typically 3-6 months long, is that you don’t just take an extended vacation, but you choose somewhere in the world to go and work remotely while concentrating on learning something new intellectually and physically. You have the time to really dedicate to your new conquests because you’re not stuck behind a computer all day and you’re bettering yourself as a person and getting to enjoy life outside of the office.

So what does this have to do with me?

Well, after years of preparation I’m going to do this. I’m taking my first mini-retirement. It’s a bit different from what I described above but the premise is the same. My family and I are spending six weeks in Belo Horizonte, Minas Gerais, Brazil where I’ll work remotely, get to appear on PhotosTV (in English and Portuguese!) connect (and hopefully mentor) Brazilian photographers and learn to speak Portuguese (I’ve already started!). Holy crap, I’m doing it.

My hope is that I’ll be able to learn a new language and culture that’ll kick my creativity and passion into overdrive. This will be a test mini-retirement that will ideally lead to a yearly one, maybe 8 weeks next time and 10 the time after, in all different parts of the world. My dream is to raise my daughter (and any others to follow!) to share the same love I have for languages, cultures and people while learning that life doesn’t have to be confined to a 9-5 cubicle.

The best part about this is that it doesn’t change my photography business at all since the majority of times I meet with clients is via Skype, and I rarely photograph weddings or engagements during the winter months. In fact, I think this adds to my business as I’ll have a truly unique perspective on capturing life and a vastly cultured creative passion behind it that can’t be matched. Not to mention getting to know so many people around the world will undoubtedly lead to opportunities to photograph destination weddings worldwide. To top it off, thanks to my Brazilian friend Paula, who has a business called Wellcome that gives a personalized service to help travelers get used to a new country and immerse themselves in the culture based on their lifestyle (email her at localwellcome@gmail.com to hear more!), I have a good idea of all the places around where I’m staying and I know that I’m going to adapt rapidly to the culture.

Why am I sharing this with you? Well, because I want to for one. I want to hear the support behind my decision to keep me motivated and I want to hear the negative reactions to it so I know what odds to aim to beat. Most of all, I want to inspire. Inspire you beyond your box, even if that box isn’t a cubicle. Maybe your box is in the shape of fear, or lack of faith or one of a million excuses for not working towards your big goals. I believe when you’re not setting life goals, you’re setting yourself up to run in circles chasing the wind. If nothing else, I hope this inspires at least one person to dream a big dream and find a way to work towards it.

Here’s to looking out from a higher plateau.


­Vivendo meu sonho

Estou sentada em um aeroporto no Rio de Janeiro. São 5:18 da manhã. Terminei de comer o típico "pão de queijo" brasileiro, meu favorito, e estou bebericando um expresso mais do que quente. No meu caminho para cá, na fila da segurança, eu me distraía lendo todas aquelas frases inspiradoras espalhadas pelo meu passaporte. A óbvia frase americana "We hold these truths to be self-evident…" (Consideramos estas verdades como evidentes por si mesmas...) está lá, mas a última é a que confirma o que estou prestes a escrever.

"Every generation has the obligation to free men’s minds for a look at new worlds… to look out from a higher plateau than the last generation." (Toda geração tem a obrigação de libertar a mente de homens para observar novos mundos ... observar de um patamar mais elevado do que a geração anterior. - Ellison S. Onizuka

É um fato que eu sou uma notória nerd em se tratanto de livros de negócios. Eu poderia escolher um livro preferido antes mesmo de escolher uma estrela preferida no céu. Mas se eu fosse escolher um livro que não falasse apenas sobre negócios, mas também da minha vida pessoal, esse livro seria o 4 Hour Workweek (Trabalhe 4 Horas Por Semana) do Tim Ferris"

Se você nunca leu esse livro, eu o recomendo para todos vocês, donos do próprio negócio ou não. Mesmo que seja apenas para encontrar dicas rápidas para a padronizar processos em sua vida de forma que você não desperdice tempo com tarefas entediantes e metódicas, vale a pena ler. A premissa é aprender a criar um negócio que funciona por si só, para que assim você possa utilizar o seu tempo aproveitando a vida e “mini-aposentadorias” em vez de trabalhar a sua vida inteira para apreciar somente alguns poucos anos no final das contas, extremamente entediado e não podendo aproveitar o tempo como você aproveitava na juventude.

É um conceito muito louco e eu acho que Ferris o leva ao extremo, coisa que não estou disposta a fazer, porque eu realmente gosto de trabalhar. O meu trabalho, mesmo muito pesado e estressante às vezes, é parte da minha vida mas não algo que eu desejo para mim no dia-a-dia. Para aqueles que não sabem, eu não sou apenas uma fotógrafa de casamento, mas também uma educadora, e viajo ao redor do mundo ministrando palestras em grandes congressos e ensinando marketing e gerenciamento de fluxo de trabalho a outros fotógrafos e pequenos empreendedores , além de outros assuntos. É divertido, na verdade eu tenho um amor secreto por tudo que é cultural, especialmente outros idiomas.

A ideia de Ferris sobre mini-aposentadorias, que basicamente são de 3 à 6 meses, não é somente tirarmos longas férias, mas escolher um lugar no mundo para ir e trabalhar remotamente enquanto se concentra em aprender algo novo intelectualmente e fisicamente. Você tem o tempo para realmente se dedicar a novas conquistas porque você não está preso a um computador o dia todo e está tentando se tornar uma pessoa melhor ao apreciar a vida fora do escritório.

Então, o que isso tem a ver comigo?

Bom, depois de anos de preparação, eu vou fazer isso. Eu vou curtir a minha primeira mini-aposentadoria. É um pouco diferente do que eu descrevi anteriormente, mas a premissa é a mesma. Minha família e eu vamos passar 6 semanas em Belo Horizonte, Minas Gerais, onde eu vou trabalhar remotamente, aparecer na PhotosTV (em português e inglês), ministrar um workshop pela Editora Photos na belíssima Balneário Camboriú e aprender português (eu já comecei!). Caramba, eu estou fazendo isso.

Minha esperança é que eu seja capaz de aprender uma nova cultura e um idioma que elevar a minha criatividade e minha paixão. Esse vai ser um teste para a minha mini-aposentadoria que poderá ser anual, talvez 8 semanas na próxima vez e 10 na próxima, em todas as partes do mundo. Meu sonho é criar a minha filha (e todas as outras que vierem) para compartilhar o mesmo amor que eu tenho por idiomas, culturas e povos, enquanto aprende que não precisa estar confinada a um escritório .

A melhor parte é que não isso não afeta o meu negócio de fotografia de maneira alguma, mesmo porque, na maioria das vezes, eu me encontro com clientes via Skype, e eu raramente fotografo casamentos ou noivos durante os meses de inverno. Na verdade, eu acho que isso agrega valor ao meu negócio, já que eu vou ter uma perspectiva única para capturar a vida e uma incomparável paixão amplamente influenciada pela cultura. Sem mencionar o fato de que conhecer tantas pessoas ao redor do mundo irá, sem dúvida, levar a oportunidades de fotografar casamentos por todo o mundo.

Por que eu estou compartilhando isso com você? Bom, porque eu quero. Eu quero receber o apoio pela minha decisão para me manter motivada e eu quero ouvir as críticas para saber os problemas que eu preciso enfrentar. Acima de tudo, eu quero inspirar. Inspirar você para além dos seu limite, mesmo que esse limite não seja um escritório. Talvez você esteja limitado pelo medo, ou pela falta de fé ou por um milhão de desculpas para não se esforçar e alcançar seus grandes objetivos. Eu acredito que quando você não cria metas para a vida, você acaba correndo em círculos contra o vento. Além do mais, espero inspirar pelo menos uma pessoa a sonhar grande e encontrar uma maneira correr atrás desse sonho.

A um olhar de um patamar mais elevado.